Saúde, cuidado e direitos
Cannabis Medicinal e Redução de Danos
Cuidar das pessoas em vez de criminalizá-las.
"O maior avanço da redução de danos é romper com a desumanização das pessoas que usam drogas. Defender esse cuidado é proteger os mais vulneráveis e a própria democracia."— Eduardo Suplicy
O que Eduardo Suplicy
defende
Política de saúde pública que coloca o cuidado das pessoas acima da criminalização. Suplicy defende o acesso à cannabis medicinal e uma abordagem de redução de danos que respeita a dignidade de quem usa drogas.
Cannabis medicinal
Acesso a produtos à base de cannabis, com prescrição e acompanhamento médico, para pacientes que dela necessitam.
Redução de danos
Uma política de saúde pública que acolhe, informa e cuida — em vez de punir e marginalizar.
Dignidade
Tratar a dependência como questão de saúde, e não de polícia, protegendo os mais vulneráveis.
Entenda o que está em jogo
O que é cannabis medicinal
São produtos derivados da planta da cannabis utilizados, com prescrição e acompanhamento médico, no tratamento de condições como epilepsias de difícil controle, dores crônicas e sintomas associados a outros tratamentos. O objetivo é aliviar o sofrimento de pacientes que muitas vezes não respondem às terapias convencionais — uma questão de saúde, não de polícia.
O que é redução de danos
É uma abordagem de saúde pública que busca reduzir os prejuízos associados ao uso de drogas sem exigir, necessariamente, a abstinência imediata. Em vez de punir e isolar, ela acolhe, informa e cuida — reconhecendo a pessoa que usa drogas como sujeito de direitos.
Suplicy defende uma política de drogas baseada na saúde pública e na redução de danos — e não na repressão. Isso inclui garantir o acesso à cannabis medicinal para pacientes que dela necessitam, com respaldo científico e acompanhamento.
A lógica da redução de danos reconhece que punir e marginalizar quem usa drogas não resolve o problema: apenas agrava o sofrimento e empurra pessoas para a clandestinidade. Informação, cuidado e acolhimento são apresentados como caminhos mais humanos e eficazes.
No centro dessa bandeira está a defesa da dignidade das pessoas mais vulneráveis — e o entendimento de que tratar dependência como questão de saúde, e não de polícia, fortalece a própria democracia.
